| 1. | 2018-Atual. INVUQUIFINA-Insumos vegetais para uso em química fina e termoplásticos (FAPEAM 062.01380/2018) Descrição: O LAPAAM procura atender duas demandas de empresários na região. Uma é para aproveitamento de resíduos madeireiros (exemplo: desbaste de árvores plantadas) e não madeireiros (exemplo: ouriços de castanheiras). Esses resíduos se usam como combustível como por exemplo nas termoelétricas em Itacoatiara-AM. A finalidade principal desta proposta é de encontrar usos alternativos para resíduos vegetais produzidos no AM. Em Itacoatiara-AM, milhões de castanheiras foram plantadas desde 1980. A espécie focal é a castanheira do Brasil que apesar de milhares de estudos sobre a composição nutricional das sementes (castanhas), possui poucos trabalhos determinando a composição química dos resíduos em questão. O ácido galico, dímeros e trímeros de ácido gálico (como o ácido elágico e derivados) são componentes da castanheira. Supõe-se que deve ter taninos gálicos também. Várias dessas substâncias já possuem mercados dentro da química fina onde são isoladas de outras fontes. Devem ser isolados e quantificados esses componentes em diferentes resíduos durante essa proposta e nos extratos vegetais preparados utilizando solventes relevantes (água, etanol, misturas). Onde possível, serão utilizados padrões de substâncias comerciais disponíveis para fazer a identificação e quantificação de componentes comuns conhecidos em extratos por cromatografias diversos como CCD e CLAE-DAD. Será feito o fracionamento de extratos e isolamento de substâncias e as propriedades antioxidantes deverão ser avaliadas (por interação com radicais livres/catônicos como DPPH, ABTS/persulfato e ABTS/TEAC, FRAP, ORAC e TRAP), bem como explorar eventual citotoxicidade. Pretende-se avaliar extratos e resíduos que concentram taninos e diversos polifenóis para absorção de UV além das propriedades antioxidantes e citotóxicas.. Devem ser exploradas reações simples dos grupos fenólicos (OH) para tornar extratos e resíduos mais apropriados para inclusão em plásticos. Substratos vegetais antioxidantes que bloqueiam e absorvem UV tem potencial como aditivos em filmes de plástico. Esses últimos são expostos a raios solares, o calor, o solo e processos oxidativos que limitam sua durabilidade e prazo de validade. Deverão ser comparadas as atividades antioxidantes (exemplo HALS) e de absorção de luz de aditivos (negro de fumo) dos compósitos vegetais desenvolvidos com esses insumos comerciais para comparação. Espera-se de taninos e oligômeros do ácido gálico a absorção de luz UV devido a sua natureza estereoeletrônica 'push me, pull you' que é propriedade dos protetores solares usadas em cosmética (PABA, oxibenzona, avobenzona, octinoxato, etc.). Em visita de representantes do Vale de Cosméticos (Pôle Cosmétique Sciences de la Beauté et du Bien-Être) para o evento do SEBRAE StartUp Jungle em Manaus foi falado que as industrias cosméticas esperavam encontrar substitutos para os filtros solares sintéticos como PABA, entre outros. PABA e derivados semelhantes tem certa fototoxicidade e alergenicidade. Esses ingredientes estão sendo associados a efeitos tóxicos cumulativos nos usuários e ou efeitos negativos para o ambiente, provocando recentemente ação por parte do Governo do Estado do Hawaii (EUA) de considerar a proibição da venda de mais de 3.500 marcas de protetores solares devido efeitos negativos de componentes como oxibenzona, avobenzona, octinoxato, sobre as recifes e corais em geral daquele estado. Dessa forma, essa proposta poderá identificar extratos e resíduos vegetais com utilidade como protetores solares como bio-compósitos para uso em plásticos olefínicos e com potencial uso como corantes e filtros solares naturais. Edital FAPEAM 4/2018-Amazonas Estratégico e Decisão Nº 225/2017 Conselho Diretor FAPEAM.. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . Integrantes: Adrian Martin Pohlit - Coordenador / Gemilson Soares Pontes - Integrante. Financiador(es): Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas - Auxílio financeiro. Membro: Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2. |
| 2. | 2018-Atual. MOLECQUIMFINAMA-Micromoléculas para a química fina no Amazonas (FAPEAM 062.01356/2018) Descrição: Há interesse na disponibilização de micromoléculas oriundas da biodiversidade como produtos de química fina. Uma realidade é que a disponibilidade de micromoléculas permite estudos de aplicações dentro das indústrias. Amazônia é um enorme ?Vale do Carbono? onde a biodiversidade local produz uma vasta quantidade e diversidade de micromoléculas (moléculas de baixo peso molecular, geralmente 700 Daltons) de altíssimo valor comercial e ou potencial para exploração comercial. Exemplos de micromoléculas de química fina originadas/produzidas na Amazônia são: a pilocarpina (cloridrato USP, US$5.940,00/kg), um alcaloide isolado de jaborandi (Pilocarpus spp.), um fitofármaco no tratamento do glaucoma; a quinina (cloridrato, diidratado US$200-500/kg), alcaloide isolado da quina verdadeira (Cinchona spp.), fitofármaco importantíssimo no tratamento da malária; a emetina (dicloridrato, hidratado R$3.410,00/5g, Sigma Aldrich Brasil) e a cefaelina (R$807,00/15mg, Sigma Aldrich Brasil), alcaloides isolados da ipecacuanha (Psychotria ipecacuanha (Brot.) Stokes), fitofármacos usados como eméticos, a emetina também é usada como amebicida. Há interesse na disponibilização de micromoléculas oriundas da biodiversidade como produtos de química fina. Uma realidade é que a disponibilidade de micromoléculas permite estudos de aplicações dentro das indústrias e laboratórios acadêmicos. O presente projeto pretende efetuar o isolamento de diversas substâncias em escalas maiores possíveis para gerar dados sobre rendimentos e disponibilidade que serão importantes para a exploração futura de algumas dessas substâncias na região como commodities para comercialização no setor de química fina. Entre as espécies a serem exploradas com o intuito de scale up da obtenção de micromoléculas são Andropogon leucostachyus, Aspidosperma marcgravianum (carapanaúba), Bertholletia excelsa (castanha do Brasil), Carapa guianensis (andiroba), Croton cajucara (sacaca), Geissospermum argenteum e G. urceolatum (acariquara branca), Piper aduncum (pimenta longa), Piper peltatum (caapeba-do-norte), entre algumas outras espécies. Ao menos a metade das matérias-primas sob estudo estão disponíveis a partir de cultivos já efetuados por integrantes do LAPAAM ou comuns na região amazônica o que é um dado técnico que possa levar à disponibilidade das micromoléculas em escala maior e de maneira sustentável.. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (6) . Integrantes: Adrian Martin Pohlit - Coordenador / Emerson Silva Lima - Integrante / Karla Lagos Nogueira - Integrante / Francisco Celio Maia Chaves - Integrante / Marne Carvalho de Vasconcellos - Integrante / Jaqueline Siqueira da Costa - Integrante / Claudia Maria Rios Velasquez - Integrante. Financiador(es): Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas - Auxílio financeiro.Número de orientações: 6 Membro: Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2. |
| 3. | 2018-Atual. PLASMOLBLOQ-Moléculas amazônicas para o bloqueio da transmissão de Plasmodium spp. (CNPq 312883/2017-0) Descrição: Na busca de novos protótipos para antimaláricos na flora da Amazônia, este projeto desenvolverá trabalhos fitoquímicos bioguiados sobre Andropogon leucostachyus, Aspidosperma marcgravianum, Bertholletia excelsa, Carapa guianensis, Croton cajucara, Geissospermum argenteum, Geissospermum urceolatum, Picrolemma sprucei, Piper aduncum, Piper peltatum entre algumas outras espécies da Amazônia para isolar substâncias naturais, além de preparar derivados do carbazol comercial, alcaloides -carbolínicos comerciais, ácidos ursólico e oleanólico (triterpenos) comerciais e derivados semi-sintéticos de limonoides isolados. De acordo com sua disponibilidade em quantidade suficiente, as substâncias serão avaliadas para 1) inibição das fases sanguíneas de P. falciparum e P. vivax in vitro e P. berghei in vivo em roedores e sinergismo de misturas de duas ou mais substâncias, 2) toxicidade aguda em roedores, 3) atividade inseticida e outros efeitos tóxicos contra Anopheles aquasalis e 4) bloqueio de transmissão de P. vivax de sangue humano para Anopheles aquasalis. Desse projeto se espera diversas publicações em revistas indexadas da área biomédica e de ciências farmacêuticas. Também, o depósito de patente no caso das substâncias inéditas e ativas é outro interesse dos integrantes desse projeto. Ao longo do projeto de quatro anos, o coordenador deverá estar envolvido com a formação de recursos humanos diretamente e concluir a orientação de 4 doutores em química e biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), 6 mestres em química, biotecnologia e farmácia (UFAM). Como resultado, espera-se identificar substâncias com potencial como moléculas líderes para o desenvolvimento de um novo antimalárico, bem como um novo agente cada para: 1) o bloqueio de transmissão de P. vivax, 2) o controle de anophelinos e, no limite, 3) a inibição de hipnozoítos (formas hepáticas/pré-eritrocíticas) de P. vivax.. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (6) . Integrantes: Adrian Martin Pohlit - Coordenador / Emerson Silva Lima - Integrante / Claudia Maria Rios Velasquez - Integrante. Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.Número de orientações: 7 Membro: Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2. |
| 1. | 2015-2018. Novas substâncias antimaláricas com potencial de droga a partir da flora Amazônica (CNPq 312042/2014-0) Descrição: Serão realizados estudos fitoquímicos inéditos com plantas (antimaláricas utilizadas na medicina tradicional local) que, de acordo com estudos preliminares no LAPAAM, exibem extratos com comprovada atividade antiplasmódica in vitro ou in vivo em modelo de roedor. Os isolamentos de substâncias desses extratos ativos deverão ser bioguiados utilizando screening in vitro para atividade antiplasmódica para garantir o isolamento dos princípios ativos antimaláricos. Substâncias com atividade in vitro contra cepas padronizadas de Plasmodium falciparum serão testadas in vivo em malária de roedores (Plasmodium berghei e P. yoelii). Substâncias que tem atividade significativa in vitro e in vivo nesses ensaios deverão ser testadas contra cepas clínicas (diretamente obtidas de pacientes) de P. falciparum e P. vivax (cultura limitada) da FMT-HVD. Também, entre vários métodos já dominados a nível experimental pelos colaboradores desse projeto para avaliar a transmissão de Plasmodium spp. [P. falciparum, P. vivax (de sangue humano), P. berghei (de ratos), P. gallinaceum (de galinhas)], deve ser aprimorado método que permitirá testar diversos produtos naturais isolados de plantas antimaláricas, com a finalidade de descobrir novas substâncias gametocidas e de bloqueio de transmissão da malária. Também, substâncias deverão ser testadas em colaboração para estabelecer sua atividade contra a formação de oocistos (etapa sexuada do Plasmodium, no mosquito) e também para avaliar seus efeitos anti-esporozoítos e contra a infecção hepática da malária. O metabolismo das substâncias antimaláricas deverá ser estudado em células hepáticas (HepG2) inclusive a parte de expressão gênica para avaliar a resposta do Plasmodium às substâncias. Também, o metabolismo das substâncias por HepG2 ou outros métodos, deverá ser estudado em sistemas in vitro e in vivo. Também, deverá ser estudada a farmacocinética das substâncias mais promissoras. A finalidade desse projeto é de descobrir novas substâncias antimaláricas com potencial uso como drogas, a partir das plantas Amazônicas utilizadas tradicionalmente contra a malária. Especificamente, objetiva-se isolar 4-nerolidilcatecol da raiz de Piper peltatum, os quassinóides isobruceina B e neosergeolida e alcaloides de Picrolemma sprucei, elipticina de Aspidosperma vargasii, 6-acetoxigedunina e outros limonóides de Carapa guianensis, similikalactonas e alcaloides de Quassia amara. Em estudos fitoquímicos inéditos no LAPAAM, pretende-se também isolar novas substâncias antimaláricas de Aspidosperma, Bonamia, Couma, Croton, Geissospermum, Xylopia, Zanthoxylum spp.. A partir de substâncias cujo isolamento já é efetuado em escala de dezenas a centenas de miligramas (4-nerolidilcatecol, elipticina, quassinóides e limonóides) ou substâncias naturais comercializados (substâncias indólicas comerciais), deverão ser preparados derivados semi-sintéticos. Os extratos e frações de plantas e substâncias isoladas deverão ser testados primeiramente para atividade antiplasmódica in vitro contra P. falciparum. Posteriormente, as amostras ativas deverão ser testadas para atividade antiplasmódica in vivo em modelo de roedor e deve ser efetuada avaliação toxicológica das amostras mais promissoras. Em colaboração com grupos das áreas de entomologia, entomologia médica e parasitologia da FMT-HVD, deverá ser desenvolvido modelos para avaliar a atividade anti-gametocida e de bloqueio de transmissão de Plasmodium para mosquitos por parte de antimaláricos comerciais, bem como os produtos naturais purificados e seus derivados. Também em colaboração multi-disciplinar, deverá ser desenvolvido modelo para testar atividade anti-esporozoito de Plasmodium em hepatócitos de antimaláricos comerciais e das substâncias purificadas de plantas e seus derivados semi-sintéticos.. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (8) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (6) . Integrantes: Adrian Martin Pohlit - Coordenador / Orivaldo da Silva Lacerda Júnior - Integrante / Francisco Célio Maia Chaves - Integrante / Emerson Silva Lima - Integrante / Ana Cristina da Silva Pinto - Integrante / Wanderli Pedro Tadei - Integrante / Luiz Francisco Rocha e Silva - Integrante / Orivaldo Lacerda Junior - Integrante / Marcia Alves de Souza - Integrante / Jaqueline Siqueira da Costa - Integrante / Claudia Maria Rios Velasquez - Integrante. Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.Número de orientações: 15 Membro: Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2. |
| 1. | 2014-2019. MOLECURA-Micromoléculas Antimaláricas de Espécies Nativas e Resíduos Amazônicos (CNPq 461971/2014-3) Descrição: A Amazônia é região endêmica da malária e conta com 99% dos casos brasileiros. Devido à resistência crescente de Plasmodium vivax e P. falciparum aos antimaláricos disponíveis, é urgente a necessidade de descobrir novas drogas. Os antimaláricos mais utilizados (quinolínicos e derivados da artemisinina) devem sua origem a micromoléculas (quinina e artemisinina, respectivamente) obtidas de plantas antimaláricas utilizadas na medicina tradicional. Nos últimos anos, o Laboratório de Princípios Ativos da Amazônia (LAPAAM) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) vem revelando flora Amazônica com atividade antimalárica in vitro e in vivo. Este grupo estuda o cultivo para garantir matéria-prima em escala apropriada (Piper peltata, P. aduncum, etc.). Também, aproveitam-se resíduos vegetais (Carapa spp.) para isolamento de substâncias antimaláricas. Essa abordagem já rendeu a descoberta da atividade antimalárica in vivo em modelo roedor da elipticina, 6-acetoxigedunina e derivado do 4-nerolidilcatecol (4-NC). Para entender melhor a relação atividadeestrutura, é necessário investigar a atividade antimalárica in vitro e in vivo de alcaloides indólicos (derivados do carbazol, da harmalina, etc.), phenylpropanoids (4-NC, dilapiol e derivados) e limonóides (derivados da gedunina), entre outras. No presente Projeto, aproveitando nova infraestrutura de biotério, laboratório temático de química de produtos naturais (LTQPN) no INPA e triagem prévia efetuada para atividade antimalárica in vitro e in vivo, extratos de Xylopia, Croton e Bonamia spp., entre outras, sofrerão fracionamento bioguiado e isolamento dos seus princípios antimaláricos. Também, 4-NC, 6-acetoxigedunina e dilapiol serão extraídos de plantas em escala de grama ou multigrama. Também, serão preparados derivados dessas últimas, bem como alcaloides indólicos como elipticina, carbazol, harmalina, entre outros com a finalidade de otimizar sua atividade antiplasmódica in vitro e in vivo. O objetivo geral é de apresentar substâncias antimaláricas novas a partir de plantas Amazônicas e seus resíduos. Estas substâncias novas, disponíveis em escala, poderão ser lideres para o desenvolvimento de novos antimaláricos. OBJETIVO-Objetivo Geral: Descobrir substâncias antimaláricas novas a partir de plantas Amazônicas e seus resíduos. Objetivos Específicos: Isolar novas substâncias antimaláricas a partir de Xylopia, Croton e Bonamia spp., entre outras, por fracionamento bioguiado; Extrair 4-NC, 6-acetoxigedunina, neosergeolida, isobruceina B e dilapiol em escala de grama ou multi-grama para a preparação de derivados semi-sintéticos e estudos in vitro e in vivo de atividade antimalárica dos derivados. Preparar substâncias indólicas novas a partir de elipticina, carbazol, harmalina, entre outros com a finalidade de explorar ou otimizar sua atividade antimalárica. Descobrir e comprovar a eficácia antimalárica de compostos naturais e semi-sintéticos através de modelos de atividade antimalárica in vitro com P. falciparum e P. vivax, e in vivo em camundongos infectados com P. berghei. Domesticar e cultivar espécies antimaláricas da flora nativa brasileira e gerar dados sobre sua produtividade de biomassa e substâncias antimaláricas em escala (Picrolemma sprucei, Bonamia ferruginea, Piper marginatum, Piper aduncum, Piper peltatum, etc.). RELEVÂNCIA- Comprovação da atividade antimalárica in vitro, seguidade provas de atividade in vivo são etapas usuais no desenvolvimento de novas drogas para a malária.Essas informações geradas nesse Projeto sobre espécies vegetais nativas contribuirão para a ciência de etnofarmacologia.. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (8) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (8) . Integrantes: Adrian Martin Pohlit - Coordenador / Orivaldo da Silva Lacerda Júnior - Integrante / Claudia do Ó Pessoa - Integrante / Renata Braga Souza Lima - Integrante / Wanderli Pedro Tadei - Integrante / Luiz Francisco Rocha e Silva - Integrante / Andrade-Neto, Valter F. - Integrante / Francisco Celio Maia Chaves - Integrante / Orivaldo Lacerda Junior - Integrante / Marcia Alves de Souza - Integrante / Jaqueline Siqueira da Costa - Integrante. Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.Número de orientações: 18 Membro: Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2. |
| 1. | 2012-2016. VAIKUTUS - Novel inorgano-bioorganic nanocomposites for biomedical and engineering applications Descrição: Esse projeto é financiado pela Comunidade Europeia (FP7 - IRSES - People Calling). O principal objetivo do presente Projeto é estabelecer uma colaboração de longa duração, fornecer a possibilidade para a transferência de conhecimentos, permitir trocas de pessoal envolvido nas pesquisas e criar uma rede intercontinental na área de nanocompositos inorgano-bioorganicos híbridos para fins biomédicas e aplicação na engenharia. Execução do Projeto levará ao desenvolvimento de novos nanobiocompósitos que são baseados em componentes naturais específicos de regiões particulares do Brasil e África do Sul. A expertise do consorcio de parceiros é mutuamente complementar. Engloba a síntese de nanocompósitos precursores (EOK-HY), sua modificação e melhoramento de abordagens sintéticas para a síntese de nanocompósitos híbridos (IOC-NAS), isolamento e caracterização de compostos ativos naturais e fibras de origem vegetal (IMA-UFRJ, INPA, ICGEB-UCT) que estão acoplados com o desenvolvimento de nanofases avançadas e nanocompositos híbridos (EOK-HY, ICIS-CNR, ICTP-CNR, IMA-UFRJ). O alvo principal do Projeto consiste no desenvolvimento de nanocompositos inorgano-bioorgânicos de alto valor agregado e baseado no conhecimento, materiais naturais e materiais idênticos à natureza vetores de drug delivery, substâncias farmacologicamente ativos, fórmulas farmacêuticas e cosméticas através da valorização dos recursos naturais regionais e expertise cientifica. Nanocompósitos inovativos e seus componentes novos serão caracterizados utilizando instalações e equipamentos estado da arte em todas as organizações parceiras para estudos na escala de nano abrangentes, nas áreas de físico-química, mecânica, espectroscópicas e microscópica além de estudos in vitro da atividade anti-câncer, anti-parasitário, inseticida e antimicrobiana (INPA, ICGEB-UCT) e testes in vivo (ICGEB-UCT). Assuntos éticos relacionados à pesquisas serão abordados. Os resultados do Projeto fortalecerão o potencial científico do ERA, contribuirão para o desenvolvimento sustentável nos países participantes.. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (11) Doutorado: (6) . Integrantes: Adrian Martin Pohlit - Coordenador / Carlos Cleomir de Souza Pinheiro - Integrante / Wanderli Pedro Tadei - Integrante / Ézio Sargentini Júnior - Integrante / Antônia Maria Ramos Franco - Integrante. Financiador(es): European Comission - Research Execcutive Agency - Auxílio financeiro.Número de orientações: 3 Membro: Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2. |
(*) Relatório criado com produções desde 2016 até 2020
Data de processamento: 05/10/2020 10:42:34